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O Freiburg caiu, manteve o técnico e voltou campeão: conheça a história

Rebaixado em 2015, o clube alemão manteve Christian Streich e voltou à elite na temporada seguinte, como campeão da segunda divisão.

22/10/2026 às 21h54
Por: Redação Fonte: Redação Âncora Notícias
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O Freiburg caiu, manteve o técnico e voltou campeão: conheça a história

Seu time caiu para a segunda divisão. Você manteria o treinador? O SC Freiburg manteve. Depois do rebaixamento em 2015, o clube alemão seguiu com Christian Streich e voltou à Bundesliga na temporada seguinte, com o título da segunda divisão. 

O resultado não transforma permanência em receita infalível. Mas ajuda a entender por que a história do Freiburg chama atenção mesmo de quem não acompanha o futebol alemão.

Afinal, de onde é o Freiburg?

O SC Freiburg é de Freiburg im Breisgau, no sudoeste da Alemanha. Segundo o guia histórico da Bundesliga, o clube chegou pela primeira vez à elite nacional em 1993, sob o comando de Volker Finke.

Na segunda temporada na primeira divisão, terminou em terceiro lugar. Finke permaneceu no cargo até 2007 e atravessou acessos e rebaixamentos.

Ou seja: a convivência com trabalhos longos começou antes de Streich. 

Caiu em 2015. Voltou em 2016

Streich assumiu o time principal na virada de 2011 para 2012. Em 2015, o Freiburg caiu na última rodada, depois de seis temporadas seguidas na elite.

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A direção manteve o treinador. Na temporada 2015/16, o time conquistou a segunda divisão e o retorno imediato à Bundesliga.

A sequência aparece tanto no histórico oficial do clube quanto no material da liga alemã. Não é uma história de “quase deu certo”: houve queda, continuidade e acesso no ano seguinte. 

O trabalho não terminou no acesso

Em 2017, já de volta à primeira divisão, o Freiburg terminou em sétimo e conquistou vaga na Liga Europa. Em 2022, chegou pela primeira vez à final da Copa da Alemanha.

Streich anunciou a saída ao fim da temporada 2023/24. Segundo o clube, foram 29 anos trabalhando como treinador no Freiburg, dos quais cerca de 12 anos e meio à frente da equipe principal. 

Então é só não demitir que dá certo?

Não dá para tirar essa conclusão de um único caso. O que os registros mostram é mais específico: o Freiburg avaliou um trabalho que atravessou uma queda e manteve o treinador. A recuperação veio na temporada seguinte.

É uma boa história para lembrar quando o debate se resume à próxima troca no banco. No Freiburg de 2015, a decisão foi continuar. O capítulo seguinte terminou com uma taça e a volta à elite.

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