

A Supra Sementes, marca do Grupo GDM, lança em Mato Grosso dois novos híbridos de milho voltados para a próxima safrinha. Os materiais S800 VIP3 e S820 VIP3 serão apresentados a produtores, técnicos e convidados em eventos realizados em Sinop, no dia 23 de julho, e em Cuiabá, no dia 30 de julho.
A chegada dos novos híbridos ocorre em um momento de atenção no campo. Com janelas de plantio cada vez mais curtas, clima instável e maior pressão de doenças, o produtor precisa escolher sementes que consigam entregar produtividade, mas também segurança durante o ciclo da lavoura.
Na prática, isso significa que o híbrido precisa nascer bem, crescer com força, resistir melhor aos problemas do campo e manter bom potencial de produção mesmo quando as condições não são ideais. “A Supra prometeu ganho genético, e isso está sendo entregue no primeiro ano”, afirmou Marcelo Salles, líder de milho da Supra Sementes, ao comentar a procura dos produtores pelos lançamentos.
Segundo ele, os novos materiais foram desenvolvidos para atender principalmente regiões de clima tropical, como o Cerrado, onde a segunda safra de milho tem grande importância econômica. Salles destaca que, nesse ambiente, o produtor busca híbridos com estabilidade, tolerância à seca e resistência às principais doenças. “Temos a pesquisa e desenvolvimento no DNA da empresa, e os lançamentos já são uma rápida resposta às novas demandas do produtor para a próxima safra”, disse.
A preocupação vai além de colher mais sacas por hectare. Nos últimos anos, fatores como sanidade da planta, qualidade dos grãos e resistência do colmo passaram a pesar mais na decisão de compra. Um dos problemas que mais preocupam os produtores é a presença de grãos ardidos, causada por fungos que atingem a espiga, prejudicam a qualidade do milho e podem reduzir o valor recebido na comercialização.
Outro ponto de atenção é o avanço de doenças e complexos que afetam o desenvolvimento das plantas, como os molicutes. De forma simples, eles estão associados a problemas que enfraquecem o milho, reduzem o potencial produtivo e podem causar prejuízos importantes em regiões produtoras. “O desenvolvimento dos novos híbridos buscou responder às demandas crescentes do campo”, afirmou Salles.
Entre os materiais apresentados, o S820 VIP3 tem como um dos principais diferenciais o arranque inicial vigoroso. Isso quer dizer que a planta tende a emergir e se estabelecer com mais rapidez no início do ciclo, fase considerada decisiva para quem planta em abertura de janela, quando cada dia conta.
Já o S800 VIP3 chega com foco em alto teto produtivo. De acordo com a empresa, o híbrido combina potencial de produtividade, boa qualidade de colmo e grãos, além de tolerância superior ao complexo de molicutes. A proposta é permitir que o produtor aumente a rentabilidade sem precisar ampliar a área plantada.
Durante os eventos em Sinop e Cuiabá, a Supra Sementes deve apresentar dados de ensaios e resultados de produtividade já obtidos na região com os novos híbridos. A expectativa é que os encontros também sirvam para orientar o posicionamento técnico dos materiais conforme a realidade de cada área de produção.
O lançamento acontece em um período em que o milho ganha ainda mais peso na economia do Centro-Oeste. Além da demanda tradicional para ração animal e exportação, a expansão das usinas de etanol de milho no Brasil Central tem aumentado a necessidade por grãos e elevado a exigência por híbridos capazes de sustentar sistemas de produção mais intensivos. “A expansão das usinas de etanol de milho no Brasil Central tem ampliado a demanda por grãos e elevado o nível de exigência por híbridos capazes de sustentar sistemas intensivos de produção”, destacou Salles.
A Supra Sementes também aposta no histórico de seus materiais para reforçar a chegada dos novos produtos. A empresa é responsável pelo K9606 VIP3, híbrido que, segundo a marca, foi por vários anos um dos mais plantados na safrinha brasileira e se tornou referência em produtividade e adaptação às condições do Centro-Oeste. Outro material do portfólio é o K7510 VIP3, citado pela empresa entre os híbridos mais utilizados pelos produtores na última safra.
A marca integra o Grupo GDM e reúne mais de 40 anos de experiência em melhoramento genético. A empresa afirma investir em pesquisa para desenvolver híbridos adaptados às condições do agro tropical, com foco em produtividade, qualidade de grão e rentabilidade ao produtor.





