Domingo, 09 de Agosto de 2026
Publicidade
Anúncio

Peritos da aeronáutica vão do RJ a MG para investigar causas do acidente aéreo que matou Marília Mendonça

Equipe decolou do Aeroporto do Galeão no começo da manhã deste sábado (6). Trabalho inicial é identificar indícios, fotografar o avião e a área do acidente, além de ouvir testemunhas.

06/11/2021 às 12h47
Por: Reportagem Fonte: G1
Compartilhe:
Pilotos e técnico do Cenipa no Rio de Janeiro chegam ao local onde ocorreu a queda do avião que matou a cantora Marília Mendonça em Caratinga, interior de Minas Gerais — Foto: g1
Pilotos e técnico do Cenipa no Rio de Janeiro chegam ao local onde ocorreu a queda do avião que matou a cantora Marília Mendonça em Caratinga, interior de Minas Gerais — Foto: g1

Uma equipe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) - formada por dois pilotos, um técnico em aeronave e uma psicóloga - saiu do Rio no começo da manhã deste sábado (6) em direção a Caratinga, no interior de Minas Gerais, para dar início à investigação das causas do acidente aéreo que matou a cantora Marília Mendonça.

Os investigadores do 3º Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, órgão regional do Cenipa no Rio de Janeiro, embarcaram no Aeroporto do Galeão por volta das 6h.

O trabalho inicial em Caratinga será identificar os indícios do acidente. Eles vão fotografar a área e o avião, retirar partes da aeronave, coletar destroços e outros materiais para análise. Os investigadores também devem ouvir relatos de testemunhas do acidente.

De acordo com o tenente-coronel Oziel Silveira, chefe do Cenipa III, o acesso à aeronave era difícil, pois havia o risco dela deslizar pela cachoeira. Por isso, a equipe avaliava a possibilidade de levá-la para outro local.

Ele disse, ainda, que talvez não haja caixa-preta na aeronave, pois não é exigido esse equipamento para modelos de avião como o que transportava a cantora. Destacou, no entanto, que já foi pedido para a Anac as gravações de possíveis conversas entre o piloto e alguma torre de controle.

Segundo o Cenipa, o esforço é para concluir a investigação o mais rápido possível. Porém, não há um prazo previsto para essa apuração, porque tudo depende da complexidade do acidente.

Continua após a publicidade

Além de Marília Mendonça, outras quatro pessoas morreram no acidente - o tio e assessor Abicieli Silveira Dias Filho, o produtor Henrique Ribeiro, além do piloto Geraldo Martins de Medeiros e copiloto da aeronave Tarciso Pessoa Viana.

Em nota, a empresa PEC Táxi Aéreo, responsável pelo avião, informou que o piloto e o copiloto tinham grande experiência de voo e também estava devidamente habilitada pela Anac, com todos os treinamentos atualizados.

A empresa disse ainda que “o avião envolvido no acidente era devidamente homologado pela Anac para transporte aéreo de passageiros e estava plenamente aeronavegável”.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio