

Uma situação inusitada e revoltante tem tirado o sono de um cliente da rede de lojas Gazin do Cristo Rei, em Várzea Grande, ao comprar uma cama box nova, ainda em processo de pagamento, o consumidor se deparou com um “hóspede” inesperado. Todos os dias, uma espécie de pó fino, semelhante a areia, aparece acumulado no chão, indicando possível infestação por cupins no móvel recém-adquirido.
A denúncia levanta sérias dúvidas sobre o controle de qualidade dos produtos vendidos pela rede, já que o cliente esperava conforto e segurança, mas recebeu um verdadeiro problema para dentro de casa.

Pior que isso só a resposta da loja: a Gazin foi comunicada e simplesmente se recusou a resolver o problema, mesmo com o produto ainda com claros sinais de defeito de fábrica. Uma falta de respeito com o consumidor!
E não é caso isolado. Segundo levantamento no site Reclame Aqui, a Gazin coleciona 7.980 reclamações ativas, com queixas frequentes sobre entregas problemáticas, mau atendimento, produtos com defeito e descaso total no pós-venda.
Enquanto isso, o consumidor segue com medo de que os cupins da cama se espalhem pelos outros móveis da casa, causando prejuízos ainda maiores.
A pergunta que fica é: cadê o compromisso com o cliente, Gazin?
Segundo o Código de Defesa do Consumidor, produtos com vícios ocultos — como pragas internas — devem ser trocados ou reparados sem nenhum custo para o comprador. Mas parece que, nesse caso, o consumidor está dormindo com o inimigo, e sem direito a solução.









