Mato Grosso pode avançar na sustentabilidade agrícola com o Programa de Agricultura Regenerativa (PAR). A proposta prevê assistência técnica, certificação de produtos sustentáveis e incentivos fiscais para agricultores que adotarem práticas regenerativas, garantindo colheitas mais produtivas e a recuperação de solos degradados.
Na prática, o programa oferecerá suporte aos produtores interessados em técnicas como rotação de culturas, adubação verde e sistemas agroflorestais, o que agregará valor aos produtos e ampliará sua competitividade no mercado, enquanto os incentivos fiscais poderão reduzir custos para quem investe em regeneração ambiental.
O projeto, de autoria do deputado estadual Paulo Araújo (Progressistas), foi apresentado na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). “A agricultura regenerativa é um modelo que alia preservação ambiental e aumento da produtividade. Precisamos incentivar nossos produtores a adotarem práticas que garantam a recuperação dos solos, a diversificação de cultivos e o uso racional dos recursos naturais”, afirmou Araújo.
A proposta também fortalece feiras de produtores e incentiva cadeias curtas de distribuição, garantindo alimentos mais frescos à população. Caso aprovado, o programa pode consolidar Mato Grosso como referência em produção sustentável. “Nosso estado tem um papel fundamental no agronegócio nacional. Com esse projeto, buscamos estimular um modelo produtivo que, além de gerar renda para os produtores, contribua para a conservação ambiental e a segurança alimentar”, destacou Araújo.
O Projeto de Lei nº 65/2025 segue para análise das comissões da ALMT. Se aprovado, pode transformar a agricultura do estado, beneficiando produtores, consumidores e o meio ambiente.