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Tecnologia do metaverso passa a ser utilizada em decoração de apartamento

A incorporadora deve investir mais de R$ 5 milhões nos próximos anos em inovabilidade e Metaverso

10/05/2022 09h51
Por: Reportagem Fonte: Agência Dino
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O Metaverso tem se tornado um termo comum no dia a dia das grandes metrópoles. Apesar da primeira vez em que se cogitou a possibilidade da existência do Metaverso ter acontecido e 1992, no livro de ficção científica Snow Crash, o termo ganhou destaque há pouco tempo, pós um anúncio de Mark Zuckerberg. Como de se esperar em um mundo tecnológico, a empresa que incorporar essa inovabilidade, trazendo comodidade, conveniência e experiencia ao cliente, se destacará.

Segundo o relatório feito pela empresa de pesquisa e consultoria de tecnologia Gartner, até 2026, 25% das pessoas do mundo vão passar pelo menos 1 hora por dia no Metaverso para fins de trabalho, compras, educação, socialização e entretenimento. A pesquisa ainda aponta que as marcas já devem construir a infraestrutura necessária para permitir que seus usuários repliquem suas vidas digitalmente.

Este é o caso da incorporadora paulistana Habitram que, seguindo as tendências, lançou o primeiro decorado em Metaverso. Segundo a empresa, a ideia é oferecer um ambiente virtual imersivo e hiper-realista, proporcionando uma experiência unindo realidade virtual e aumentada para os futuros compradores do empreendimento Líbrio, localizado no bairro da Vila Mariana, em São Paulo.

“Ao transpor a fronteira entre o mundo físico e digital, nós estamos usando a nova tecnologia para apresentar o primeiro decorado em Metaverso. Inúmeras propostas estão sendo analisadas por empresas de diversos setores, mas tiramos o projeto do papel e estamos bastante entusiasmados em ter a Habitram como pioneira desse movimento dentro do mercado imobiliário”, diz Tony Shayo, sócio-fundador e CEO da Habitram, idealizador do projeto.

Com a implementação do metaverso em empreendimentos como esse, os futuros moradores conseguem observar detalhes e experimentar as sensações de estar dentro do apartamento, olhando detalhe por detalhe. 

“Já tivemos a onda do 3D que foi uma quebra de paradigma entre incorporadoras e construtoras. Mas o Metaverso é algo muito mais realista e percebo o quanto é desafiador descrever apenas com palavras, a magnitude da experiência que vamos proporcionar”, diz Tony. O empresário ainda prevê investimentos de R$ 5 milhões para desenvolver novos projetos com a tecnologia e já vislumbra mais empreendimentos no Metaverso. “Por que não pensar em vender os nossos projetos dentro do Metaverso? Estamos nos preparando para liderar uma nova era dos imóveis”, comenta.

É fato que o mundo já tem testemunhado uma grande mudança da economia real para a digital, e a integração das duas foi acelerada desde o início da pandemia global. “Estamos diante de uma sociedade que quer ser surpreendida e o mercado imobiliário sempre teve o seu papel inspiracional. Morar traz dignidade, segurança, conforto e permite que o ser humano possa estruturar toda a sua vida. Com os avanços já observados, o mesmo conceito presente no mundo físico estará no Metaverso. E, particularmente, a nova realidade de interação é mais do que uma tendência, é algo que veio para ficar e que irá ditar o futuro do mundo”, afirma Raymond Shayo.

Por dentro do Metaverso

O Metaverso é a criação de um mundo virtual que replica a realidade por meio de dispositivos digitais, sendo um espaço coletivo compartilhado, constituído basicamente pela soma da realidade virtual, realidade aumentada e Internet. O termo foi citado pela primeira vez pelo escritor Neal Stephenson, no livro Snow Crash, de 1992. Trata-se de uma obra de ficção científica que aborda um mundo virtual em 3D, habitado por avatares de pessoas reais. 

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